
Palácio da Pena
Informações Gerais
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Aberto todos os dias de 9:30 as 17:30
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PALÁCIO E PARQUE (Cuidado pois vendem também o ingresso só do parque)
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Bilhete adulto (de 18 a 64 anos) - 14 €
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Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) - 12,5 €
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Bilhete sénior (maiores de 65 anos) - 12,5 €
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Bilhete família (2 adultos + 2 jovens) - 49 €
ESPERE!!!
Não é possível chegar com carro particular, somente de Uber, taxi, ônibus ou tuk tuk (Valores e opções)
O QUE VER
Um dos palácios mais legais para se visitar em Portugal, com toda a mobilia da época e diversos lugares para tirar excelentes fotos

DICAS IMPORTANTES
TRANSFER INTERNO
Quando comprar o ingresso será oferecido um transfer dentro do palácio de 3 euros por pessoa para subir! Caso queira economizar pernas e evitar subir em torno de 350 metros
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Atenção quando for comprar o ingresso - Existem duas opções "Parque da pena" ou "Palácio + Parque da Pena". A primeira opção não da direito a visita ao Palácio
COMPRA DO INGRESSO
HISTÓRIA
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Nossa senhora da pena era padroeira dos artistas e escritores, sendo representada com uma pena (caneta) na mão direita.
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Era uma pequena capela durante o reinado de D. João II (sec. 15)
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D. Manuel estava caçando nessa região quando ele avista a chegada da frota de Vasco da Gama vindo da Índia e em agradecimento ele doa a capela a ordem dos Jerônimos que ali construíram um mosteiro.
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No sec. 18 virou ruína, devido ao terremoto de 1755 e às quedas de raios.
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Em 1836, D. Fernando II veio da Áustria para Portugal (19 anos) e aos 22 ele comprou o convento, o castelo dos mouros e diversas quintas em volta.
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Foi um casamento feliz. Tinham uma relação de afeto um pelo outro.
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O homem romântico assistiu a transição da civilização rural para um estilo de vida urbano durante a revolução industrial. Procurando fugir da asfixiante vida urbana o homem romântico procurava o reencontro com a natureza
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Por isso o estilo romântico costuma ser um cenário acidental, assimétrico, assim como a natureza.
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D. Fernando era “rei Consorte”, por direito a sua esposa D. Maria II. Ele sempre se dedicou as artes e aos monumentos históricos de Portugal.
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Ele também adensou a vegetação em volta, trazendo novas espécies
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Construiu o palácio com capitais próprios, o que levou 10 anos para ficar pronto.
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O Projeto enaltece o passado glorioso de Portugal com arte neo manuelina, neo gótica, neo mourisca e neo indiana.
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D. Maria II acompanhou e palpitou durante as obras, mas nunca dormiu lá. Morreu aos 34 anos no parto do seu 11º filho, que também morreu.
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Ele foi regente até seu filho, D. Pedro completar a maioridade.
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Após a morte de D. Fernando, o palácio ficou com sua segunda esposa, a condessa D’edla, uma mulher também ligada a arte e cantora de ópera e mãe solteira, mas devido à grande controversa pública, a condessa negociou com o Estado Português e vendeu para D. Luís I, em 1889, ficando para ela apenas o chalé onde residia.
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Em 1900, era a residência preferida de D. Amélia, rainha de D. Carlos I até a queda da monarquia em 1910.
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Em 1945, em visita a Portugal, D. Amélia voltou no agora museu Palácio da Pena, onde pediu para ficar sozinha por alguns minutos, e se lembrou do centro de mesa de jantar que ali tinha e ela doou de para o museu.
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Séx XV
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1755
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1853
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1836
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1885
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1900
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1945

















